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WOOD, Abbie

Mensagem por Halsey em Ter Dez 09, 2014 9:57 pm


ABIGAIL MICHELLE Wood
Loony @ 16
PERSONALIDADE
Em poucas palavras ela é engraçada, mas no nível normal; É educada, mas no nível normal; É sensual, mas no nível normal; Possuí estranhas manias, gostos e etc. Mas sempre no mesmo nível que beira a normalidade. Ou seja, ela é uma pessoa extremamente normal e que deveria ter um selo atestando isso pregado em sua testa.
E mesmo assim, ainda consegue ter suas particularidades.
Abigail é o tipo de mulher que nunca se sabe o que passa em sua mente, não por ser misteriosa, apenas por ser extremamente boa por esconder o que sente. Não que seja algo que ela faça muito, mas no momento que está passando é algo que ela é obrigada a fazer para que possa sobreviver a Califórnia sem perder a cabeça.
Ela é uma boa pessoa, mas não do tipo que não machucaria ninguém, pois seus instintos beiram ao maternal e o bem estar alheio é sempre superior que o seu próprio. Ela sempre irá fazer as coisas para proteger os outros mas nunca a si mesma. Ela sempre estará “bem”, ela sempre estará te ouvindo e sempre vai te fazer rir quando você está triste.
No entanto, ela sente que não há ninguém para ouvir o que ela tem para falar e está começando a aceitar que sua fantasia de casar e ter filhos vai sumir e seu futuro irá se resumir em ela morar com vários cães em um apartamento pequeno. Mas não se preocupa, afinal, ela é inteligente e sua mente é o que importa para manter sua sanidade, o que parece que a Califórnia não tem.
Não a entenda mal, é que ela não consegue suportar Los Angeles e seus padrões de vida ridiculamente altos, muito menos essa mania de que todos querem ser magros, bronzeados e loiros. Na verdade, toda a ideia de morar ao longo do sol e dos spotlights parece loucura para ela e mesmo que ela entre para o mundo artístico (Ideia que está cogitando, afinal, sua irmã deixou dívidas milionárias) jamais irá se render as “tentações” do mundo supérfluo.
História ,
Abigail sempre foi uma pessoa extremamente normal. Uma pessoa que nenhum policial ia parar por ser suspeita de algo, na verdade, se parassem seria apenas para elogiar alguma ação que ela tenha feito, nem que seja bater em um mendigo.

Assim como todos os inícios clichês, ela veio de uma cidade pequena nos Estados Unidos com casas de madeiras e vizinhos fofoqueiros e ela era feliz naquele mundo pequeno e não tinha intenções de sair dali pois já tinha seus planos em mãos: Iria se tornar professora de história, casar com um mecânico que morava do outro lado da rua, ter dois filhos e viver até ficar velha o suficiente para poder andar de pijamas na rua e ninguém se importar. Mas estes não eram os mesmos pensamentos de sua irmã.

Rebecca queria ser alguém na vida que fizesse importância no mundo e recebesse toda a fama que poderia ter e Abbie juntava-se à ela nas fantasias apenas para ter o prazer da companhia da irmã por alguns minutos, mesmo que fosse para ficar uma hora falando sobre como a irmã seria linda e famosa e nesses planos sempre havia um lugar para Abigail até que, em um dia, não havia mais.

Abigail sempre fez de tudo para apoiar a irmã a perseguir seu sonho, afinal, tinha consciência de que o seu não era tão difícil de conseguir como o da irmã gêmea, mas nunca pensou que na Cidade Grande tudo acontecia tão rápido. Em um segundo elas não eram ninguém: Rebecca se acabava em uma garrafa de Vodka quando era chutada de um teste e Abigail se afundava em livros para sobreviver os primeiros anos da faculdade; Dois dias e um filme depois o rosto de Rebecca estava em todos os lugares, com dizeres que apenas exaltavam o ego.

Mas aquele não era o rosto só de Becca.

Os jornalistas a seguia em todos os lados gritando, implorando por uma foto e quanto mais ela gritava “Eu sou a irmã dela” menos eles acreditavam, mas ela aguentou firme. Buscava a irmã nas festas, era educada com cada Papparazzi que via na rua, até que um dia não conseguiu mais.
Sua irmã não era mal educada, pelo contrário, sempre mostrou-se prestativa com Abigail, menos quando decidia tomar alguns drinks e isso estava ocorrendo frequentemente. Na última vez que ela bebeu junto com Abbie despejou simples palavras que doeram mais do que qualquer ação: “Você faz nada da vida além de me seguir. Talvez eu devesse comprar uma coleira para você”.

As palavras da irmã ficaram em sua cabeça durante uma semana. Havia percebido que ela nunca teria sua vida própria, ela sempre seria a cópia de uma grande estrela e nada mais, no fundo, mesmo que ela concluísse sua fantasia de realidade perfeita, ela ainda continuaria um fracasso.  Sua vida resumia-se a outra, mas isso não era recíproco. Olhou-se no espelho e percebeu que estava cansada de tudo aquilo e que já não dava para respirar mais aquele inferno de cidade, ela precisava de algo novo.

No amanhecer do oitavo dia ela havia mudado de cidade e de vez da vida da irmã. Mudou-se para Pensilvânia e durante toda sua estadia esqueceu-se de sua própria família. Lá era apenas ela e ninguém mais para ser comparada.

Conseguiu um bom emprego em um Museu trabalhando em sua área favorita, o salário não era bom mas ao menos havia Jack com sua jaqueta de couro e suas músicas altas, sempre com algum osso antigo entre os dedos. Ele era prestativo, educado e engraçado, infelizmente sua mulher não.

E foi assim que os policias a acharam, sentada em uma mesa com uma placa de metal vagabundo com seu nome, estudando algum tecido velho junto de outros professores enquanto flertava discretamente com um homem casado.

“Rebecca estava morta” Essas palavras circularam por um bom tempo em sua cabeça até fazer algum sentido lógico. Rebecca estava morta e agora estava na hora de voltar pro inferno.
Teste de Ação ,


- Sabe, você parece com aquela famosa que morreu. – O Barman deu um leve sorriso para a moça e seus olhos iam de encontro com o decote comportado que ela usava como se buscasse algo, tinha um olhar desapontado, eles pareciam maiores pela televisão. – Ela era minha irmã gêmea. – A mulher deu um sorriso sem graça que parecia sincero, apesar de por dentro estar com vontade de socar a cara daquele pervertido. Talvez ela fizesse se não estive tonta por causa da bebida.

“Por que estou tão tonta? Eu só tomei uma dose....” Pensou consigo mesma enquanto girava o copo em sua mão, então lembrou-se que não havia comigo nada desde o reconhecimento do corpo e aquilo havia sido há dois dias. De uma hora para outra deu-se conta que estava com fome, mais fome do que imaginava, e aquilo fez ela gargalhar de forma intensa quase surreal.

- Você está me ouvindo? – Disse uma voz ao seu lado, também em tom de risada. Mas ele ria de forma diferente pois seus lábios não se moviam, apenas soltava ar pelo nariz e ela achava aquilo mais engraçado do que sua situação. – Você parece péssima. – Ele repetiu ainda rindo daquela forma idiota. Abbie apenas fez que sim com a cabeça, passando uma mão nos cabelos e puxando-os para trás.

– Não, eu estou completamente ótima. – Balançou a cabeça negativamente, nervosa. Apoiou as mãos na beirada do banco de bar que estava sentada com força ao ponto de machucar suas mãos até elas relaxarem por completo e ela mostrar um sorriso melancólico enquanto fingia que estava prestando atenção no que o amigo dos tempos da faculdade falava e ela era extremamente boa com mentiras.  Ainda sorria, bebia um pouco da bebida, fazia comentários na hora certa. Mas no fundo apenas desejava parar em algum motel para não ter de passar a noite naquela mansão – Ah sim... – Comentou vagamente enquanto olhava para o jogo que passava na TV com um olhar mais vago que sua mente – Wild Cats estão péssimos...
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